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quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008

Posar com capa de LP vira mania na internet


Um site que convida os internautas a posarem para fotos criando “corpos” para rostos em capas de disco virou mania na internet.

O site Sleeveface (Cara de Capa, em tradução livre) foi criado por um apresentador de rádio em Cardiff, no País de Gales.

Os internautas, ou sleevefacers, enviam as fotos em que posam com as capas de LPs ao site, que as publica.

O site também disponibilizou as fotos no YouTube e no Flickr, e mantém uma comunidade de 5 mil membros no site de relacionamentos Facebook.


A idéia atraiu a atenção de colecionadores de vinil em várias partes do mundo e o site já recebeu contribuições de adeptos nos Estados Unidos, França, Alemanha, Japão, Rússia, Islândia, Israel e no Reino Unido.

O apresentador John Rostron, que fundou o site, disse que algumas lojas especializadas em vinil entraram em contato dizendo que os clientes estavam tirando fotos com as capas dos discos dentro das lojas.

Além disso, ele conta que uma grande loja em Londres está interessada em fazer uma exposição somente com Sleevefaces.

O movimento teve tanto sucesso que uma editora americana está preparando um livro somente com as fotos do movimento.

“Estamos pensando em fazer festas temáticas onde os Sleevefaces podem se encontrar. Já fizemos vários novos amigos”, conta Rostron.

Fonte: BBC Brasil

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008

Jan Sochor

Belas fotos do fotógrafo e webdesigner Tcheco Jon Sochor, muitas delas aqui no Brasil e na América Latina. Vale a pena dar uma boa olhada em cada uma das galerias, além de que o site também merece uma atenção pela clareza e facilidade de navegação.



Infância perdida

Lewis Hine (1874-1940) foi um fotógrafo americano preocupado com os menos favorecidos da época ou com os imigrantes que chegavam aos EUA, pelas terríveis condições de trabalho. Segundo ele mesmo dizia suas fotografias eram "foto-interpretações" sem valores estéticos senão que sociais. Na mostra que segue abaixo você poderá ver as péssimas condições de trabalho que eram impostas às crianças e adolescentes no período de 1908 a 1912.

Você pode encontrar mais fotos de Lewis Hine em The History Place ou em Mornings on Maple Street.



segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008

Site abriga fotos tiradas em locais proibidos

A plaquinha é familiar para os freqüentadores de museus, shows, galerias, teatros: "É proibido fotografar".

Como nem todo mundo respeita o sinal (afinal, quando você vai estar em frente ao "Davi" de Michelangelo de novo?), há um vasto arquivo de fotos proibidas espalhadas por aí, e foi para juntá-las e deixá-las acessíveis que foi criado o http://www.strictlynophotography.com/.


Lançado há cerca de um mês, o site já reúne 1.500 fotos que foram enviadas por usuários comuns, registrando coisas tão distintas quanto obras de Andy Warhol, um treinamento militar em Chiapas (México), um show de Bob Dylan e, sim, o "Davi" de Michelangelo.

"Nosso objetivo é construir referências que não existiam. É também sobre liberdade. Fala-se muito em discurso livre, mas e a liberdade de visão? Como eles podem colocar câmeras minúsculas em nosso celulares se não querem que fotografemos?", afirmou o grupo, que preferiu não se identificar nem dizer sua nacionalidade.

A participação no site é aberta a qualquer pessoa e já há colaboradores registrados de diversos países, incluindo o Brasil. "Recebemos fotos de gente de Porto Alegre, Brasília, São Paulo e Rio. Queremos mais fotos do Brasil, o resto do mundo certamente quer vê-las."Um dos brasileiros participantes --que usa o codinome jewbr (judeu br)-- enviou uma série que ganhou destaque no site, mostrando o checkpoint de Atarot, na fronteira entre Rammalah e Jerusalém.

Previsivelmente, a maioria das fotos disponíveis no site não chama atenção por sua qualidade artística, já que não são feitas por profissionais e as condições em que são obtidas não permitem muito capricho.

A graça está em ver locais de acesso restrito e imagens de obras de arte (de gente como Warhol, Damien Hirst, Banksy) e de museus notórios por seu rígido controle de fotos.

Segundo os organizadores, não houve até agora ameaças de processo por parte dos fotografados. "Estudamos a fundo antes de criar o site, não estamos infringindo lei nenhuma."

Câmera compacta com efeitos de profissional

Com grande variedade de recursos em um corpo de tamanho compacto, a Finepix S800, da Fujifilm, atrai fotógrafos amadores e profissionais, que buscam controlar a exposição e o enquadramento sem ter que carregar consigo uma câmera grande, pesada e cara (R$ 1.299).

Seu sensor CCD de 8 Mpixels e seu zoom óptico, que parte de uma visão grande angular e vai até uma superteleobjetiva, a coloca entre as câmaras compactas de uso amador de maior eficiência.


O controle manual de exposição dá ao fotógrafo amador a chance de ser mais criativo, podendo alterar a cada foto os ajustes de sensibilidade, tempo e abertura.

É possível conseguir efeitos incomuns às câmeras de uso amador, tais como longa exposição, fundo desfocado e fundo borrado.

Apesar de bastante eficaz, o controle manual não se encaixa nos conceitos ergonômico e intuitivo presentes nessa câmara. É preciso usar três botões para conseguir controlar diafragma e o tempo de exposição, suprimindo uma outra qualidade: a do disparo rápido.