terça-feira, 21 de junho de 2011

1º Festival de Ópera de Brasília – Eu fui!



Depois de enfrentar uma gigantesca fila sob o sol escaldante para conseguir meu prezioso par de ingressos – na fila “Z” diga-se passagem – assisti recompensado no sábado (18) a ópera Pagliacci de Leoncavallo.


Eis um breve resumo sobre a ópera: Tudo começa com um prólogo cantado em frente da cortina por Tonio, que faz papel de um palhaço. Tonio é um dos palhaços da companhia itinerante de Circo liderada por Canio. Tonio é apaixonado por Nedda, esposa de Canio. Ele tenta seduzi-la, mas ela o rechaça. Tonio então descobre que Nedda está traindo Canio com Silvio, um aldeão da cidade onde a trupe de palhaços se encontra, e para vingar-se, após presenciar um encontro entre Nedda e seu amante, Tonio procura o patrão e o leva ao local do encontro. Canio, um homem passional e violento, avança sobre os dois. Mas, o amante foge e a trupe impede que ele agrida Nedda. Eles têm que se preparar para o espetáculo daquela noite. Sozinho em cena e desesperado com a traição da mulher, Canio canta, então, uma das mais belas árias de tenor, "Vesti la giubba", na qual expressa o seu destino trágico: desempenhar o papel de palhaço e fazer rir quando está de coração partido. O espetáculo começa e, ironicamente, Nedda desempenha o papel de uma Colombina que trai o marido com um Arlequim. O que era para ser uma comédia transforma-se num drama, quando Canio, o palhaço traído, entra em cena e coloca todo seu sofrimento no texto de seu personagem, até que, não mais conseguindo se controlar, esfaqueia Nedda. Vendo a amante agonizante, Silvio sobe ao palco para defendê-la. Neste momento, Canio avança sobre ele e também o esfaqueia.
O enredo da ópera foi criado inspirado por uma história verdadeira acontecida na Itália.
Ao final de pouco mais de uma hora de apresentação, os mais eufóricos gritavam “Bravo, bravo! Bravissímo!” No meu canto, mas tímido, eu apenas aplaudia de pé um dos espetáculos mais belos que vi em Brasacity.


Bela iniciativa da Secretaria de Cultura do Distrito Federal e da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional.







Imagem do Dia: Brincadeira sem graça

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Novidades no sistema de busca do Google Imagens

O Google mostra mais uma vez a sua eficiência em criar sistemas de busca e lança uma nova versão de pesquisa de imagens.
Se você não faz ideia do que escrever para encontrar uma foto no motor de busca, não é mais necessário digitar palavras-chave. Basta colocar o link da imagem ou fazer o upload do seu computador e pronto, o Google acha para você.
A novidade será interessante para quem quer saber a procedência de uma figura ou descobrir o nome do sujeito da imagem. E, claro, descobrir se alguém andou publicando fotos suas por aí (é sempre bom checar).
Se de repente você também não gostou muito da foto e busca algo parecido, o Google também sugere opções similares – dependendo da imagem esse resultado não é tão eficaz.
Para desfrutar da ferramenta, navegue ao “Google Images” e clique na ilustração da “máquina fotográfica”.

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Norte-americanos comemoram o dia de comer vegetais


Vegetariano por um dia? Esse é o objetivo do “Eat Your Vegetables Day*”, comemorado hoje, dia 17 de junho, nos Estados Unidos. A data foi criada como uma oportunidade perfeita para a reintrodução de uma porção saudável de vegetais na dieta dos norte-americanos. 

Neste dia, a população é encorajada a comer legumes nas refeições, e melhor ainda, tentar ser vegetariano pelo menos uma vez por ano. Também é desejado que os pais deixem os filhos ajudar no preparo do jantar, principalmente com as saladas e os legumes. Com isso espera-se que os pequenos cresçam sabendo da importância dos vegetais para se ter uma vida longa e saudável. 

Uma pesquisa publicada em janeiro desse ano revelou que nove em cada dez yanques acham que se alimentam de forma sadia, embora dois terços da população não consumam em quantidade suficiente frutas e verduras. Os Estados Unidos registram índices recordes de obesidade.

O levantamento da revista Consumer Reports ouviu 1.234 adultos. Destes, 52,6% dizem que mantêm uma alimentação "sadia", 31,5%, "muito boa" e 5,6%, "extremamente sadia".

Com o resultado, especialistas concluíram que o contínuo aumento na expectativa de vida pode ser revertido nas próximas décadas, porque cada vez mais gente estará morrendo prematuramente por doenças relacionadas ao excesso de peso, entre elas, enfarte, diabete e insuficiência renal. Eles afirmaram que, entre os adultos, a obesidade aumentou 50% por década nos anos 1980 e 90, a ponto de que, atualmente, quase um em cada três norte-americanos é obeso.

Outro dado da pesquisa mostrou que perder peso entre as prioridades nos norte-americanos para 2011. 

* Não descobrimos nenhuma informação substancial sobre a origem deste dia.  O que podemos especular, é que talvez, alguma organização médica ou grupo de saúde criou esse dia para promover uma dieta saudável e estilo de vida entre os estadunidenses.

terça-feira, 7 de junho de 2011

Polícia Federal desmente existência da “nova droga OXI”

A Polícia Federal apresentou ontem (6), um trabalho realizado com amostras de cocaína apreendidas no estado do Acre, supostamente representativas da "droga OXI", que indicam que não existe uma  novidade no mercado ilícito.
O estudo comparativo, apresentado por Peritos Criminais do Instituto de Criminalística da PF em Brasília, apresenta uma análise de perfil químico entre amostras apreendidas em condições de consumo (drogas de rua) pela Polícia Civil do Estado do Acre (PC/AC) e amostras apreendidas em condições de tráfico internacional ou interestadual pela Polícia Federal no Acre (PF/AC).
Utilizando-se de diversas técnicas para análise dos materiais, os peritos chegaram à conclusão de que as amostras apreendidas nada mais são do que apenas diferentes formas de apresentação típicas da cocaína (sal, crack, pasta base, cocaína base) sendo arbitrariamente e erroneamente classificadas como “oxi” pela imprensa.
Os resultados obtidos revelam que não há quantidades significativas de cal (óxido de cálcio) e de hidrocarbonetos (como querosene ou gasolina) nas amostras de “oxi” apreendidas pela PC/AC. Ou seja, os resultados não confirmam a informação que tem sido vinculada na mídia que a cocaína na forma de “oxi” seria diferente do crack por este conter sais carbonato ou bicarbonato em sua formulação.
De acordo com o laudo, das 20 amostras de “oxi”, vindas das apreensões da PC/AC, foram observados teores de cocaína na faixa de 29-85% (média de 65%). Dentre elas, 04 amostras apresentavam menores teores de cocaína (29-47%) e quantidades significativas de carbonatos, sendo típicos exemplos da cocaína na forma crack. Outras 06 amostras se apresentavam na forma de cocaína sal cloridrato (57-85% de cocaína nestas amostras), que não são normalmente utilizadas na forma fumada e que, portanto, não foram consideradas como possíveis amostras de “oxi”.
Dentre as 10 amostras restantes de “oxi”, 07 eram compostas de cocaína “não oxidada” e, portanto, classificadas como pasta base de coca (55-85% de cocaína nestas amostras) e as últimas 03 amostras eram compostas de cocaína que passou por algum refino oxidativo e, portanto, classificadas como cocaína base (43-73% de cocaína nestas amostras).
O único fármaco adulterante encontrado nas amostras de “oxi” analisadas foi a fenacetina, encontrada entre 0,4-10% em 05 amostras da PF/AC e entre 0,4-22% em 07 amostras da PC/AC.
O trabalho além de desmitificar a existência do “oxi” também mostra que, além do crack e da cocaína sal (tradicionais formas de  apresentação comercializadas na rua), os usuários estão consumindo diretamente pasta base (sem refino) e cocaína base (refinada) com elevados teores da droga (acima de 60% de cocaína), o que pode contribuir para gerar pronunciados efeitos estimulantes e psicotrópicos e aumentar a possibilidade de efeitos deletérios como overdose, por exemplo.

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Construção da nova sede da Câmara do Distrito Federal vai custar 323% a mais


A nova sede da Câmara Distrital de Brasília, que tem pelo menos 9 dos 24 deputados envolvidos no escândalo do mensalão do DEM, teve o custo da obra aumentado em 323%. Quando o edital foi lançado, em 2001, a previsão era que a construção custasse R$ 23,6 milhões. No próximo mês de fevereiro - para quando está prevista a inauguração - o orçamento final deve chegar a R$ 100 milhões, conforme os últimos cálculos feitos pela Secretaria de Obras do governo do Distrito Federal.

A explicação para o estouro do orçamento é que o projeto inicial previa uma obra acanhada, sem garagem. Depois, de revisão em revisão, o novo prédio ganhou um heliponto, mais um auditório, um estacionamento para cerca de 1 mil veículos e 30 gabinetes para os deputados - eles são 24, mas presume-se que, com o aumento da população, possam chegar a 30 nas próximas eleições.

A nova sede do legislativo do DF virou um prédio de alto luxo, com 48.670 metros quadrados de construção, quatro pavimentos, piso de granito e paredes de vidro, no Eixo Monumental, a avenida que, dois quilômetros a leste, rumo ao Congresso e ao Palácio do Planalto, se transforma na Esplanada dos Ministérios.

Hoje, quem passa pela avenida pode ler três placas patrocinadas pelos futuros inquilinos e que soam como escárnio. "Aqui roubaremos seu dinheiro (ops!)... Aqui decidimos nosso futuro; Cidadania e dignidade como meta para toda a população; A casa do povo, a sua casa", dizem os outdoors que contrastam com o escândalo do mensalão do DEM. O governo de José Roberto Arruda está sob investigação da Operação Caixa de Pandora por ter patrocinado cobrança e distribuição de propinas envolvendo deputados e secretários e distribuição do dinheiro em meias, bolsas e cuecas.

Por causa das alegadas deficiências do projeto original e suspeita de superfaturamento levantadas pelo Tribunal de Contas da capital e pelo Ministério Público, as obras da Câmara ficaram paradas de 2004 a 2008. Um acordo entre o governador Arruda, Câmara Legislativa, MP e Tribunal de Contas possibilitou o recomeço das obras, a cargo da Via Engenharia.

A construtora teria doado R$ 300 mil para a campanha de Arruda, conforme planilha do ex-secretário de Obras Márcio Machado, divulgada na sexta-feira pelo Estado. No dia seguinte à exposição da planilha o secretário pediu demissão. A Via Engenharia recusou-se a fazer comentários sobre a obra e, por meio da assessoria, informou que só a Secretaria de Obras poderia se manifestar. A secretaria disse que a obra já consumiu R$ 95 milhões, devendo chegar a R$ 100 com os acabamentos. No momento, os operários dão os retoques finais na obra, lavam os vidros em cor azul-fumê, terminam as calçadas e plantam o gramado.

Quando o governador José Roberto Arruda fez o acordo para a retomada das obras da Câmara Distrital, ficou acertado que em 2008 e 2009 cada um dos 24 deputados abriria mão de emendas parlamentares de R$ 1 milhão, em cada ano, para que fosse conseguida a verba suficiente para a obra. Assim, a própria Câmara contribuiu com R$ 48 milhões das verba para a construção da nova sede. O governo entrou com o restante, totalizando R$ 54 milhões a verba para o novo prédio neste ano. Antes de ser pego enfiando dinheiro nas meias - conforme gravação em vídeo feita pelo ex-secretário de Relações Institucionais Durval Barbosa -, o hoje presidente licenciado da Câmara, deputado Leonardo Prudente (DEM) tinha grandes planos para a nova sede do legislativo da capital. Queria que ela tivesse espaço suficiente para guardar os veículos dos visitantes e abrigá-los em grandes salões, de onde poderiam, na visão do parlamentar, fazer suas reivindicações.

A Câmara Legislativa de Brasília repete o que ocorre na Praça dos Três Poderes, que fica um pouco mais de dois quilômetros de distância, e abriga as sedes dos Poderes Executivo, Judiciário e Legislativo. Nas proximidades da Câmara estão o Palácio do Buriti, a sede do governo de Brasília, o Tribunal de Justiça, o Ministério Público e o Tribunal Regional Eleitoral (TRE).
Da Agência Estado, por João Domingos.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Yes, we have mensalão

Da edição deste sábado da Folha de S. Paulo:



Relatório da Polícia Federal na Operação Caixa de Pandora traz uma gravação na qual o governador José Roberto Arruda (DEM-DF) pede a um assessor que repasse a políticos aliados dinheiro de empresas contratadas pelo governo.



Contra esse suposto esquema, a PF deflagrou ontem a operação, cumprindo 16 mandados de busca e apreensão em Goiânia, Belo Horizonte e Brasília. Na capital federal foram feitas buscas nas casas e em gabinetes de secretários do governo e de deputados distritais, além de um anexo na casa oficial de Arruda. Mais de R$ 700 mil foram apreendidos, além de dólares e euros.



José Roberto Arruda, para os desinformados, é aquele cidadão probo que, em 2001, negou veementemente qualquer envolvimento no episódio da violação do painel do Senado, para dias depois admitir sua participação e renunciar, salvando-se da cassação do mandato. Nessa época, proferiu um dos discursos mais emocionantes da história do Senado Federal, revelador de muitos de seus princípios políticos.



“Permitam-me [tomar mais cinco minutos], com o meu sofrimento, com as vísceras da minha emoção expostas à execração pública. Eu que não tenho bens pessoais, não tenho fortuna. Mas tenho a honra. E tenho filhos, que têm o meu nome, os naturais e os que adotei. E a esta honra, eu serei fiel, enquanto viver.” José Roberto Arruda, 18 de abril de 2001




Depois da cueca e da bíblia, agora foi a vez de levar dinheiro na meia...

Fonte: http://dorescapitais.wordpress.com

terça-feira, 7 de abril de 2009

“A montanha dos sete abutres”, ou como preferir, “O grande carnaval” – título original substituído a poucos dias do lançamento e que me agrada muito mais do que “Ace in the hole” – é um filme norte americano rodado em 1951 pelo talentosíssimo Billy Wilder, um dos cineastas hollywoodianos mais brilhantes de sua época.

“Ace in the hole” é uma gíria que significa “às na manga” e que ironicamente e sem o perdão do trocadilho poderia ser um “às na mina”, uma vez que é dentro dela que o repórter Charles “Chuck” Tatum, interpretado por Kirk Douglas, realiza suas peripécias para conseguir o tão esperado trunfo - oportunidade ideal para tirá-lo da situação degradável, mesmo que isso lhe custasse o abandono dos valores éticos e morais, como a verdade, a justiça, a traição e até mesmo a vida humana.

O enredo do filme de Wilder funciona como um “soco no estômago” da sociedade ao explorar um tema que envolve toda a condição humana e seus princípios e foi inspirado em dois eventos da vida real: um em 1925, envolvendo W. Floyd Collins e uma caverna em Kentucky (rendendo inclusive um Prêmio Pulitzer ao repórter William Burke Miller), e o outro em 1949, envolvedo Kathy Fiscus, de apenas três anos, e um poço abandonado. Em ambos os casos, os resgates duraram dias e as vítimas morreram antes de serem salvas.

Aqui na ficção, a vitima é Leo Minosa, um comerciante local que colecionava relíquias indígenas que ficavam dentro da mina na supersticiosa montanha dos Sete Abutres. Soterrado em uma de suas incursões, o infausto virou produto de noticiabilidade nas mãos do astuto Tatum, que procrastinou seu resgate ao formar um complô com o xerife da cidade, com o empreiteiro e com a falida esposa de Leo. Cada um tinha seu interesse em jogo: fosse político, econômico, social...

Armado todo o circo, o público em clima de comovente festa movido pela curiosidade e pela ascensão mediática começou a chegar para documentar o caso de perto. Em uma das cenas, Tatum sobressaltou que o “público engole tudo” e que “a vida de um (Leo) vale mais do que a de muitos na relação de interesses humanos”. Interesses dos quais, também o prendeu ao jogo de mentiras na busca do status e que o levou a uma viagem sem volta.

Um filme ideal para assistir com a família depois de um noticiário. Uma retratação cruel da caricata e sensacionalista imprensa (norte americana dos anos 50!), que levanta questões tão atuais para reflexão sobre jornalismo, política, hipocrisia e ética.

Documentário nacional sobre avicultura

Foi lançado recentemente o curta-metragem “Atave - a avicultura escancarada“, produzido por Guilherme Carvalho, ativista de Recife-PE. O filme mostra a realidade da produção da carne e dos ovos de galinha com imagens inéditas de estabelecimentos de Pernambuco, capturadas entre dezembro de 2008 e fevereiro de 2009.

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Questões de p(h)oder

Política é um assunto que deveria ser levado a sério. Mas ficará difícil fazer isso quando a próxima leva de candidatos bizarros estrelar um dos melhores (ou piores, dependendo do ponto de vista) humorísticos involuntários da TV brasileira: o Horário Eleitoral Gratuito.

Eleições anteriores foram marcadas por candidatos com alcunhas (in)esquecíveis como Sonia Perereca, Tia Cida do Transporte Escolar e Rogerinho da Parati. Mas o que dizer dos slogans? Difunto, em sua candidatura a vereador em Mogi das Cruzes, dizia: “Político bom é político morto, vote em Difunto”. Gê, da cidade mineira de Carmo do Rio Claro, bradava: “Não vote em A, nem em B ou C; na hora H, vote em Gê!”. Enquanto isso, o travesti Galo Véio, de Formiga, MG, afirmava: “Sou o único sem o rabo preso”. Já Dinha Tinelli, de Descalvado, SP, trocadilhava: “Tudo pela Dinha”. E por aí vai.

Estes membros do grande circo da política tupiniquim foram devidamente reprovados nas urnas. Não foi, porém, o caso da stripper Deborah Soft, que nas eleições municipais de 2004 foi a oitava candidata mais votada em Fortaleza. Neste ano, ela sofrerá a concorrência de Katia Heffner, conhecida por promover festas para “casais liberais” na Boate Kubalada, candidata com o singelo número 14.069.

Personalidades também darão as caras nestas eleições. A ex-chacrete Rita Cadillac é candidata a vereadora em Praia Grande. A “Freak Le Boom Boom” Gretchen tentará ser prefeita de Itamaracá, PE, enquanto sua filha Thammy Gretchen, quer ser vereadora em São Paulo. Mas ela terá concorrência dura, com e sem trocadilhos. Disputará uma vaga na Câmara Municipal com Oscar Maroni Filho, o “empresário do sexo”, Kid Bengala, pornstar que aos 54 anos estrelou produções como “Clube das Peludas”, “Coroa Nota 1000” e “Casal no Pau”, e, ráááá, ninguém menos que Sérgio Mallandro, o eterno interprete de “Vem Fazer Glu-Glu”. Pegadinha nas urnas?

* Alguns vídeos com diversão garantida (ou não).

Super Moura:


Super Zefa


Zé Muniz do Pinico


Montagem com candidatos bizarros no Jô